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Conheça 7 tipos de e-commerce e suas diferenças na prática

A palavra e-commerce diz respeito às diferentes formas de venda de itens pela internet, podendo ser traduzido para comércio eletrônico, em português. Ele pode variar de acordo com as partes envolvidas na transação (pessoas, empresas ou órgãos governamentais) e os dispositivos em que é disponibilizado (sites para web, aplicativos para celular, etc.).

Ano após ano, o e-commerce tem se tornado cada vez mais popular ao redor do mundo. E o cenário não é diferente aqui no Brasil.

Para você ter uma ideia, em 2017, o comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 47,7 bilhões, o que representa um aumento nominal de 7,5% em relação ao ano anterior. Segundo pesquisas, a previsão é de que o faturamento do setor chegue a R$85 bilhões até 2021 — o que mostra o crescimento constante do mercado digital e de seus diferentes tipos de e-commerce.

Esses números refletem uma tendência cada vez maior ao comércio online, que busca se adaptar para atender à crescente demanda. Embora a maioria das pessoas veja essa modalidade de maneira indistinta, hoje existem uma série de particularidades que fazem com que esse meio de compra e venda possa se adaptar a praticamente qualquer setor.

Se você quer saber mais sobre diferentes tipos de e-commerce, o que caracteriza esse modelo de negócios e quais fatores devem ser levados em consideração para a escolha da melhor opção para cada realidade, continue a leitura!

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O que caracteriza um e-commerce?

Você provavelmente deve se lembrar do fato de que, há alguns anos, existiam certos temores relacionados às transações comerciais por meio de canais eletrônicos. A sensação de insegurança era um dos principais medos. Hoje, no entanto, a ideia de realizar compras em sites, entre outras ações, é algo natural para pessoas que lidam com ambientes virtuais.

Um e-commerce — ou comércio eletrônico — é caracterizado pela realização de operações comerciais em um ambiente virtual. Essas transações não englobam somente a compra e a venda de produtos ou serviços em si, mas todas as etapas desse processo online, como a gestão de estoque e a logística de despacho de mercadorias.

Outra característica fundamental é que ele não existe sem a presença de uma plataforma eletrônica que o suporte. As características e as funcionalidades desses sistemas podem ser das mais diversas e dependerão, claro, dos tipos de e-commerce escolhidos.

Como surgiu o e-commerce?

O surgimento do e-commerce está intimamente ligado com a história da própria internet.

Antes da World Wide Web, a internet como conhecemos hoje, existiam predecessores do compartilhamento de informações entre computadores, como a ARPAnet, desenvolvida nos anos 1960. Conectando inicialmente quatro importantes universidades estadunidenses, seu objetivo era garantir a manutenção de comunicações cruciais no caso de um ataque nuclear.

Em 1982, a ARPAnet evoluiu para o Transmission Control Protocol e Internet Protocol (TCP/IP), base do sistema que temos hoje.

Já na metade dessa década, foi disponibilizado um serviço chamado Electronic Mall, que permitia a compra de itens diretamente de 110 comerciantes online, sendo um dos primeiros protótipos do e-commerce como temos hoje.

Porém, antes disso, algumas iniciativas rudimentares de comércio eletrônico foram desenvolvidas, como um projeto de compras online por meio de uma televisão modificada, chamada Videotex, concebida por Michael Aldrich, em 1979.

O passo fundamental para lançar as bases do e-commerce atual, no entanto, foi o advento do hipertexto e da interface dos primeiros navegadores web, a partir das contribuições de Tim Berners-Lee, em 1990. Essa foi a estrutura base para a internet tal qual conhecemos antes.

A partir disso, os computadores e a internet passaram a se popularizar entre usuários comuns, permitindo o surgimento do mercado online nas proporções que existe hoje.

Estrutura necessária

Para que o e-commerce passasse a ser viável em grande escala, foi preciso o desenvolvimento de algumas tecnologias específicas.

A primeira delas foi um navegador que permitisse o fácil acesso à web por usuários comuns e que fosse disponibilizado de forma ampla.

Um dos primeiros modelos mundialmente distribuídos foi o Mosaic, lançado em 1993. Já no ano seguinte foi liberado o Netscape 1.0, que viria a ser um dos navegadores mais usados nessa primeira fase de popularização internet. Ele apresentava uma importante funcionalidade de segurança, que é fundamental para o comércio eletrônico até os dias de hoje: o Secure Socket Layer (SSL).

Esse protocolo de segurança é responsável pela criptografia de mensagens ponta a ponta, assegurando a privacidade de informações compartilhadas na rede. Dessa forma, foi um importante advento para que as pessoas se sentissem mais seguras para compartilhar seus dados pessoais e bancários na web.

Já entre os anos de 1994 e 1995 começaram a surgir os primeiros serviços de processamento de vendas em cartão de crédito online, como o First Virtual e o CyberCash.

Assim, foram surgindo diferentes recursos que permitiram o surgimento e evolução dos diferentes tipos de e-commerce nas décadas seguintes.

Amazon e eBay

A partir desse ambiente embrionário, os dois grandes pioneiros do e-commerce foram a Amazon, de Jeff Bezos, e o eBay, de Pierre Omidyar.

Fundada em 1995, a Amazon começou a operar na garagem de Bezos em Seattle como uma companhia que vendia livros online. No seu primeiro mês de operação, a empresa já havia vendido exemplares para pessoas de mais de 45 países.

Em 1999, Jeff Bezos foi nomeado a personalidade do ano da revista Time e esse foi o início do que se tornaria uma companhia multibilionária que domina os mais diferentes setores de comercialização de produtos e serviços pela internet.

Já o eBay foi criado também em 1995 por Pierre Omidyar, primeiramente com o nome de AuctionWeb. Seu objetivo era de ser um site dedicado a unir compradores e vendedores em um mercado honesto e aberto.

O primeiro produto vendido foi um laser pointer quebrado. Omidyar enviou um e-mail ao comprador para se certificar que ele sabia que o objeto não funcionava. A resposta resumia perfeitamente o modelo de negócios que seria o pilar da empresa nos anos que se seguiram: “Eu sou um colecionador de lasers pointers quebrados”.

O eBay se tornou, então, o precursor dos marketplaces para trocas C2C (consumer to consumer) de produtos usados, hoje também permitindo as transações do tipo B2C e não se limitando mais a itens antigos e de colecionadores.

A partir disso, o resto é história. Hoje existem diferentes tipos de e-commerce que buscam atender a diversas modalidades de negociações e plataformas. Confira os principais e as particularidade de cada um!

Quais são os tipos de e-commerce existentes?

1. Business to Customer (B2C) no e-commerce

Ao pensarmos em comércio eletrônico, normalmente são as lojas B2C que vêm à mente, aquelas que promovem venda direta de produtos da empresa (business) para o consumidor (consumer). Esse realmente é o tipo mais comum de negociação encontrada no mercado digital, com grandes varejistas operando nesses moldes.

 

Pensando em uma estratégia ideal, os negócios que optam por essa modalidade geram conteúdos informativos sobre os seus produtos. Isso porque, como a concorrência do mercado é grande, os sites devem fornecer o máximo de informação possível para os clientes fazerem escolhas certas.

Quando é vantajoso optar por esse tipo de e-commerce

Seja a sua empresa uma grande varejista, seja ela um pequeno negócio, se o seu público é formado, sobretudo, pelo cliente final, o B2C é a opção ideal para você.

Essa modalidade mostra-se especialmente benéfica para aqueles empreendedores que contam também com lojas físicas, pois permite a integração omnichannel desses dois comércios ― e o seu consequente fortalecimento. Nesse caso, os compradores podem encomendar os seus produtos online e fazer a retirada na unidade mais próxima da sua casa, por exemplo, uma das vantagens da associação de loja física com loja virtual.

2. Business to Business (B2B) no e-commerce

No modelo B2B, ambas as partes envolvidas (comprador e vendedor) são empresas. Podemos citar como um bom exemplo de comércio eletrônico Business to Business as empresas que vendem materiais para escritório — que também podem atuar no modelo B2C.

Nesses moldes, há também uma exigência maior em relação a valores de frete e prazos de entrega. Com isso, se o e-commerce não está com a sua estrutura de logística em dia, perde poder competitivo perante os concorrentes.

Quando é vantajoso optar por esse tipo de e-commerce

Se você comercializa produtos usualmente adquiridos em larga escala, esse provavelmente é o tipo ideal para o seu negócio. Justamente pelo fato de as vendas acontecerem em maior quantidade, há casos que exigem uma pré-aprovação de crédito do comprador. Isso, em certa medida, acaba dando mais segurança de que o lojista receberá pela venda realizada.

Como dissemos, uma particularidade desse segmento é que, geralmente, os negócios vendem e obtêm uma grande quantidade de bens. Sendo assim, a sua empresa pode, a exemplo de outros e-commerces, exigir que seja adquirido um número mínimo de produtos. Pode, também, oferecer a compra por lotes.

3. Marketplace

Assim como uma loja virtual, o marketplace também é considerado um espaço para promoção e venda de produtos por meio de transações online.

No entanto, existe uma diferença primordial entre esses dois: enquanto no e-commerce a empresa vende os seus próprios produtos, no marketplace, surge uma mediação, com vários outros lojistas podendo vender as suas mercadorias. É o caso do Mercado Livre, por exemplo. Então, se formos fazer uma analogia, podemos comparar o marketplace a um shopping virtual.

A modalidade marketplace permite, além do B2C e B2B, duas outras formas principais de comercialização eletrônica. Entenda melhor:

3.1 Consumer to Consumer (C2C)

O modelo de negócio C2C se resume à possibilidade de venda entre pessoas físicas. Geralmente, esse tipo de negociação é realizado em marketplaces e não se limita à comercialização de produtos. Serviços de freelancers também podem ser anunciados e contratados por meio das plataformas.

3.2 Consumer to Business (C2B)

Em um primeiro momento, pode até soar estranho, mas é fato: existem empresas que contratam ou compram bens de pessoas físicas. Podemos citar como exemplo os freelancers, que ofertam serviços, permitindo que as empresas os contatem para que façam trabalhos específicos por determinado período.

Quando é vantajoso optar por esse tipo de e-commerce

Considerando que os são espaços com um grande volume diário de acessos, esse tipo de negociação dá ao vendedor uma visibilidade bastante significativa. Além disso, possibilita que ele alcance um público que, além de grande, é diverso. Isso pode resultar em grandes benefícios para os negócios.

Atenção: caso o tipo de produto ou serviço comercializado por você tenha baixas margens de lucro ou seja comoditizado, a escolha pelo marketplace pode não ser vantajosa. Do mesmo modo como essa modalidade aumenta a sua visibilidade, ela também permite que vários outros negócios do mesmo segmento estejam agrupados com você, aumentando a concorrência.

4. Business to Government (B2G)

Ao contrário do que muita gente pode pensar, os modelos de negociação não se limitam a empresas e consumidores. Existem também organizações que vendem bens ou serviços para órgãos públicos. Esse tipo de transação também é conhecido como Business to Administration (B2A).

Quando é vantajoso optar por esse tipo de e-commerce

Quando a sua empresa já comercializa bens ou serviços que geralmente são adquiridos por órgãos governamentais. Além disso, se você já entende como funcionam as licitações, isso pode representar uma vantagem na escolha por esse tipo de comércio virtual.

 

Importante: as empresas que prestam serviços ou vendem produtos para a administração pública devem estar sempre com as obrigações tributárias em dia. Se você pretende criar um e-commerce nesse segmento, fique atento aos editais e já comece a estudar sobre as etapas de uma licitação pública.

5. Business to Employee (B2E)

No processo de negociação do B2E, a empresa faz a venda direta de produtos ou serviços para os seus funcionários, dando oportunidade para os colaboradores consumirem as mercadorias da própria empresa.

Por meio de uma intranet (rede interna da empresa), os colaboradores conseguem ter acesso a produtos e serviços exclusivos. Tais itens podem ser usados para recompensar os funcionários com descontos exclusivos, tendo como base o tempo de serviço prestado, por exemplo.

Quando é vantajoso optar por esse tipo de e-commerce

Para empresas que comercializam produtos ou serviços com margens maiores de lucro, principalmente, pois o número de vendas pode não ser tão grande nessa modalidade, uma vez que fica restrito ao público interno.

Uma das principais vantagens dessa modalidade é o conhecimento pleno de quem é o seu consumidor, com dados atualizados sobre ele. Além disso, as chances de inadimplência são quase inexistentes.

Primeiro, porque um colaborador pensará duas vezes antes de se tornar inadimplente no próprio lugar em que trabalha, com risco de ter a sua imagem manchada. Por último, porque reduz os custos operacionais, como aqueles gerados pelas entregas.

6. Social commerce (s-commerce)

Esse modelo usa as redes sociais tanto para a atração como para a fidelização dos clientes. Algumas plataformas permitem, inclusive, a criação de lojas virtuais, espaços destinados à exibição de produtos com os respectivos valores, além da opção de colocar um botão de compra, direcionando o usuário para uma página de oferta ou checkout.

Quando é vantajoso optar por esse tipo de e-commerce

Você está em um momento de crescimento do seu empreendimento? Essa modalidade de comercialização é usada principalmente como estratégia para a expansão do alcance da marca. No Facebook, por exemplo, existem cerca de 2 bilhões de usuários cadastrados. Com todo esse volume, as chances de fazer negócios se tornam bem maiores.

Principalmente para aqueles comércios que já estão bastante presentes nas redes sociais, já adaptados à linguagem e às formas de se comunicar nessas redes, essa pode ser mais uma vantagem.

7. Mobile commerce (m-commerce)

Dados da 37ª edição do Webshoppers informam que 27,3% das transações online no Brasil foram feitas por meio de smartphones ou tablets no ano de 2017. Esse ato de fazer compras por meio de tais dispositivos é o que caracteriza o mobile commerce ― também conhecido como m-commerce.

Existe uma expectativa, ainda de acordo com o mesmo relatório, de que haja mais um crescimento considerável ao final do ano, no último trimestre, atingindo 37% das compras.

Quando é vantajoso optar por esse tipo de e-commerce

Independentemente do segmento em que atua, é válido dizer que todas as empresas deveriam investir no m-commerce, visto o número grandioso de pessoas que faz uso de smartphones e tablets e por ser o tipo de e-commerce que mais cresce na atualidade.

Com cada vez mais pessoas usando aparelhos mobile para realizarem ações das mais diversas naturezas, incluindo transações comerciais, ficará para trás quem não apostar nessa modalidade.

É indispensável o investimento em sites mobile friendly, com interface responsiva e amigável para os usuários desses aparelhos. A criação de aplicativos também se mostra vantajosa.

Bônus 1: TV commerce (t-commerce)

Esse tipo de e-commerce, embora ainda não tenha sido colocado completamente em ação, apresenta grandes possibilidades para o futuro, tendo em vista que práticas com inclinação multicanal estão em alta.

O TV commerce ― ou t-commerce ― une as funcionalidades das Smart TVs ao comércio eletrônico. Esse aparelho permite que exista interação entre o que está sendo visto/ouvido e os seus telespectadores, levando o conceito de entretenimento a níveis ainda mais altos.

A premissa do t-commerce é a seguinte: enquanto uma pessoa está assistindo a um programa ― um evento esportivo ou um seriado, por exemplo ― anúncios de itens que estejam relacionados a essas atrações são exibidos na tela da Smart TV, com informações sobre os produtos a serem adquiridos.

Sendo assim, caso o telespectador tenha interesse em adquirir algo, basta que ele acesse o anúncio e conclua a compra por meio da TV mesmo.

Quando é vantajoso optar por esse tipo de e-commerce

Embora, como dissemos, essa modalidade esteja ainda no início da sua aplicação em escala, é algo a ser considerado em um futuro próximo, principalmente se você comercializa produtos usados por personalidades que aparecem constantemente na TV e são referências para muitas outras pessoas. Porém, a longo prazo, as possibilidades são praticamente infinitas.

Bônus 2: Subscribe commerce

O subscribe commerce pode ser traduzido como comércio de subscrições, mas ele é mais conhecido por um outro nome: clube de assinaturas.

Trata-se de modalidade baseada na recorrência. É uma adaptação para o mundo digital de tradicionais serviços, como a assinatura de jornais e revistas, TV a cabo e até mesmo das academias de ginástica.

O consumidor concorda em fazer um pagamento mensal para receber todos os meses um benefício esperado. Ele pode ser um pacote de produtos personalizados e exclusivos ou então a reposição de itens que são comprados com frequência, como lentes de contato ou rações para cachorro.

Dessa forma, a experiência do cliente é o foco principal dessa modalidade, que muitas vezes é oferecida nos e-commerces tradicionais, principalmente os do varejo.

Quando é vantajoso optar por esse tipo de e-commerce

Os setores que mais se beneficiam desse modelo são aqueles onde a recompra é feita com frequência.

Essa é, portanto, uma maneira de automatizar um comportamento já existente do consumidor. Se ele tem gatos, ele já faz a compra todos os meses de areia higiênica, ração e outros produtos para os animais de estimação. Um clube de assinaturas voltado para pets, por exemplo, facilita esse processo, que passa a ocorrer de forma automática.

Os clientes ganham em praticidade e os lojistas em garantir que eles não vão comprar esses itens de outro lugar.

Outro área que tem bastante potencial para essa modalidade são itens extremamente personalizados ou difíceis de encontrar.

É o caso de um pacote de assinaturas de produtos saudáveis para pessoas que tem restrições alimentares, como intolerância à lactose ou doença celíaca, por exemplo. Ou então de bebidas artesanais ou importadas.

Diferentes setores podem se beneficiar dessa modalidade, desde que compreendam o seu público-alvo e de que forma podem proporcionar uma experiência diferenciada a eles.

Bônus 3: Mercado de infoprodutos

Apesar de não se tratar especificamente de uma nova modalidade de e-commerce, o mercado de infoprodutos merece uma atenção especial.

Sua principal diferença do e-commerce tradicional é que ao invés de vender mercadorias físicas, ele comercializa produtos digitais, como softwares, e-books, treinamentos, aulas EAD (educação à distância), etc.

Trata-se, portanto, de uma maneira de vender informação digitalmente. É o caso de um curso virtual sobre como tocar guitarra, por exemplo. O consumidor faz a compra e recebe acesso a uma área de alunos e a materiais exclusivos que podem ser baixados e acessados em diferentes dispositivos.

Esse modelo é popular já há muito tempo nos Estados Unidos e passou a ganhar força no Brasil principalmente no final da primeira década dos anos 2000.

Quando é vantajoso optar por esse tipo de e-commerce

A peça chave do e-commerce de infoprodutos é o conhecimento. Portanto, essa modalidade é indicada para quem tem algum tipo de informação que seja valiosa o suficiente para ser comercializada. Assim, o elemento principal dessa equação é a existência de um público-alvo interessado nessa demanda.

Três grandes segmentos têm obtido muito sucesso com esse modelo de negócios:

  • o mercado de softwares, um dos mais antigos, que são ferramentas vendidas online para download, como os produtos da Adobe, ou então baseadas em SaaS, como plataformas de help center, CRM, etc;
  • o mercado de ganhar dinheiro, com cursos e conteúdos exclusivos sobre como aumentar o faturamento, abrir a própria empresa e se tornar um infoprodutor;
  • o mercado fitness, a partir de métodos de emagrecimento, como programas de exercício e life-coaching.

Um dos grandes desafios desse setor é a pirataria. Uma vez que esses produtos são disponibilizados digitalmente, é muito comum que haja a replicação não autorizada de ferramentas e conteúdos, trazendo grandes prejuízos e a queda das vendas.

A utilização de servidores próprios, como nas plataformas em SaaS, têm reduzido esse processo. Porém, ele continua sendo um risco que deve ser levado em consideração ao entrar nesse mercado.

Por fim, precisamos lembrar que não importa o modelo escolhido, o tipo de plataforma de e-commerce usada é fator que merece máximo cuidado na estruturação da loja. Afinal, se esse elemento não funciona adequadamente, de acordo com as necessidades do negócio, nada funciona de maneira alguma!

Agora que você já descobriu os vários tipos de e-commerce existentes no mercado, assine nossa newsletter e fique por dentro dos principais assuntos sobre o mundo do comércio eletrônico!

Fonte: ecommercemaster.com.br